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sexta-feira, 21 de maio de 2010

Derrubar o EU.

Os piores erros que cometemos na vida não estão ligados a nossa falta de experiência, mas são conseqüências das experiências que não aproveitamos.

Acredito que a maior dificuldade que encontramos é a de aprender com os nossos próprios erros, que são conseqüências de nossos defeitos.

O medo de experimentar o novo e as mudanças que podem ser feitas em nossa vida, repelem as expectativas de mudar e de buscar novos horizontes para solucionar os problemas.

Como diria Clarice Lispector: “Até cortar nossos próprios defeitos pode ser perigoso, nunca se sabe qual é o defeito que sustenta nosso edifício inteiro”.

Então, se torna clara a vontade que as pessoas tem de consertar seus erros, mudar seus hábitos e construir um novo edifício moral, sem querer derrubar o eu anterior.

Derrubar nosso edifício é o mais difícil de acontecer, mas, depois disso feito, com certeza se torna leve apesar de cansativa, a construção de uma nova pessoa.

Cortar defeitos e derrubar edifícios é necessário quando se busca um crescimento. Derrubamos vários deles todos os dias e nem nos damos conta disso.



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