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terça-feira, 27 de abril de 2010

Não existem regras para o amor!

Ao som de Chantal Kreviazuk - Time

Mais cedo eu tinha feito um post do primeiro filme, e agora uns comentários do segundo.

(não vou fazer isso com todos os filmes que for assistir, HAHAHHA).

Ok, o filme foi 7 regras do amor. O filme é bem legal, meio gay, mas se conseguir olhar de uma maneira critica e tirar alguma lição pra vida, já ajuda bastante e vale a pena.

(a produção já é meio velha, e é possível que já tenham assistido, mas eu não.)

O filme conta a historia de Amy, uma mulher que perdeu sua mãe quando ainda tinha sete anos de idade. Antes de sua mãe morrer ela deixa para sua Amy, ainda pequena, uma lista para que sua filha vivesse bem sua vida, mesmo sem as orientações dela.

Na lista constava que Amy deveria ir a um acampamento, a profissão que deveria seguir e quando deveria se apaixonar.

Seguindo fielmente as instruções deixadas por sua mãe, Amy vai fazendo tudo corretamente.

No meio daquelas instruções, um item dizia que ela deveria se apaixonar de verdade apenas pelo seu sétimo namorado, e então se casar. O problema aparece quando Amy conhece Daniel, um rapaz aparentemente perfeito, e ideal para se casa. Mas ele era o sexto namorado.

Amy vai lutando contra o destino para que Daniel, que era o sexto se tornasse o sétimo, e assim pudessem viver “felizes”.

Para ocupar o lugar de Daniel, na sexta posição, Amy se envolve com Peter, Um rapaz que trabalha em uma padaria onde ela sempre compra seu café. Em uma viagem que faz com Peter para “oficializar” o namoro, eles acabam se envolvendo mais do que deveriam. Ainda seguindo os passos deixados por sua mãe, Amy acredita que Daniel é o homem certo para ela.

A viagem acaba e Amy volta a se encontrar com Daniel. A verdade é que Amy já estava apaixonada por Peter, mas custava acreditar, porque ele havia sido o sexto, e ela deveria se casar com o sétimo. Resumindo, ela percebeu que estava prestes a cometer o maior erro de sua vida, deixando que o amor de sua vida passasse despercebidamente. Amy deixa Daniel, e volta para Peter, o sexto namorado. Aquele que realmente a aceitava como era, que realmente fazia bem, e quem ela realmente amava.

Às vezes durante nossa vida inteira, não percebemos, mas os outros vão decidindo por nós, vão moldando nossas atitudes, e ditando o que é certo e errado para nossas vidas.

Por conta de uma lista deixada para uma criança de sete anos no filme, ela exerceu uma profissão que odiava, talvez tenha ido para um acampamento que nem quisesse tanto assim, e quase perdeu o amor de sua vida.

Sinto que às vezes deixo as coisas passarem, as oportunidades voarem, e deixo até de ser feliz. E a questão não é nem que elas não estejam aqui, ou não tenham passado por aqui, mas é o fato de deixar que o mundo decida por mim, viva por mim, e seja feliz por mim.

Afinal, a vida é minha ou não?

2 comentários:

  1. Noooosssa! Nunca vi ._. mas fiqei curiosa :)
    que fofis :] Realmente. As vezes somos tão 'influenciados' q determianda coisa eh certa ou não que acabamos não fazendo aquilo q nos faz bem, mas aquilo q acham q nos faz bem.

    adorei ;D

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  2. Amus Cummings escreveu certa vez: nao ser ngm exceto vc mesmo em um mundo que se esforca dia e noite para te tornar igual a todos, eh a pior batalha que se pode lutar.

    reeealmente ;)

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