
Já devem ter percebido pelo Título do post, sobre o que estou me referindo.
Se pensou em jornalismo , acertou. Curso o primeiro periodo na universidade positivo, e já comecei a prática da profissão que eu escolhi para minha vida.
Estou publicando em primeira mão aqui no blog, o primeiro artigo jornalistico que eu fiz. ( ele foi escrito em 17 de março , por isso, desconsidere as datas)
Espero que gosteem !
Warner Bros apresenta: Justiça sem Limites
Os acusados alegam inocência, porém as evidências estão contra eles. E no meio de tudo isso, a justiça tenta aparecer e mostrar que ainda existe.
A exatos cinco dias do julgamento do casal Alexandre Nardoni e Ana Carolina Jatobá, acusados pelo assassinato de Isabella Nardoni em março de 2008, Ana Carolina Oliveira, mãe da menina, afirma que o ciúme de Jatobá matou sua filha, e disse ainda que acredita na condenação do casal.
Já se passaram quase dois anos, desde o crime que emocionou e revoltou o país inteiro. Se o crime por si só já se torna revoltante, mais revoltante ainda é acreditar que o pai e madrasta da vítima são os autores do delito. O que não é tão difícil de pressupor, quando se analisa o contexto em que tudo aconteceu,as pessoas envolvidas e os supostos motivos.
O fato agora é esperar qual futuro será destinado, aos até então suspeitos do crime. Levando em conta o país em que vivemos e a lei penal em vigor, é explicável e aceitável o questionamento antecipado sobre a punição cabível aos acusados.
Entre gestos e lágrimas, a meu ver mais falsos que “nota de três reais”, ficou claro para quem assistia aos depoimentos publicados na mídia, que o casal não tinha a menor sincronia no relato dos fatos.
Alexandre Nardoni prometeu em uma carta divulgada à imprensa, que não sossegaria até encontrar o “monstro”, que havia matado sua filha.
O monstro estava dentro de casa, e mais perto do que todos imaginavam.
Faltam cinco dias para que a revolta de uma família, da família brasileira seja extasiada, e para que se faça a justiça necessária sobre os culpados.
Ainda creio que o júri popular, formado por pessoas como eu e você, e que acompanharam este drama da vida real, terão discernimento suficiente para tomar a decisão que o país tomaria. Um júri que não se deixará abater pelos dramas fantasiosos, encenados por dois magníficos atores.
Se existe um momento para mostrar mudança no cenário em que vivemos, o momento é este. Momento de pensar em justiça mais que uma simples punição, mas como o resultado de atitudes, e como conseqüência de escolhas. A verdadeira justiça, que não escolhe cor, gênero ou classes sociais, mas que apenas acontece.
É momento de acontecer a justiça que há muito tempo não é praticada.
Jooooones, muito bom seu artigo! Serio mesmo, vc escreve super beeeem ;D
ResponderExcluirparabéns pelo blog tambéeeem!
Feliz sáaabado!
Beeeijos